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Sábado, 23 de Setembro de 2017

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Home Projetos Primeiros Projetos-9

COSTA, José Lima da et al. Projeto Gurupí. Belém: Departamento Nacional da Produção Mineral, 1977. 258 f.

RESUMO

O Projeto Gurupí, em sua Etapa II, foi desenvolvido na escala 1:100.000 abrangendo uma área de 21.500 km2, compreendendo partes do litoral dos Estados do Pará e Maranhão, foi objeto de estudos de semi-detalhe (escala 1:100.000) por parte da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, por meio da Superintendência Regional de Belém – SUREG/ BE, consoante o convênio firmado em 21 de maio de 1970, com o Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM, em atendimento às conclusões e recomendações contidas no Relatório da Etapa I do Projeto, já entregue ao DNPM. As imagens de radar, escala 1:100.000 e fotografias aéreas, escala 1:40.000 (PROSPEC – Obras 151 e 136 – Baixada Maranhense) constituíram a base cartográfica utilizada. Nesta etapa, os trabalhos de campo foram desenvolvidos partindo-se do litoral, com penetrações nos rios existentes na área. Sob o ponto de vista geomorfológico, a região apresenta quatro domínios assim denominados: Planície Aluvionar, Superfícies de Dunas, Baixos Platôs e Peneplano. Geologicamente, a área estudada compreende rochas relacionadas à Associação Metamórfica Maracaçumé, Grupo Gurupí, Associação Anorogênica Tromaí, Bacias Sedimentares de Bragança – Vizeu, São Luís e Maranhão, Gnaisses, migmatitos e granitos, compõem a litologia da Associação Metamórfica Maracaçumá. Em contato discordante e/ou gradacional e posição estratigráfica superior, encontra-se o Grupo Gurupí, constituído de ardósias, filitos, xistos e quartzitos. Discordantemente ao Grupo Gurupí, está posicionada a Associação Anorogênica Tromaí, constituída por tonalitos, trondhjemitos, granodioritos, granitos (sensu strictu), quartzo-andesitos, riolitos e dacitos. Também discordante sobre a Associação Anorogênica Tromaí, assenta-se a Formação Piriá, litologicamente constituída de siltitos, arenitos e gauvacas. Rochas de natureza básica (diabásios), posicionadas no Mesozoico, cortam as unidades mais antigas. Temos a seguir, os sedimentos que compõem a Formação Itapecuru de idade cretácea, formada de arenitos, siltitos, folhelhos e arenitos com estratificação cruzada. Ainda no Cretáceo e em contato discordante com a Formação Itapecuru, situa-se a Formação Alcântara, constituída de folhelhos sílticos estratificados, com camadas de calcário esbranquiçado. Segue-se a Formação Pirabas, sendo que nesta Etapa, só foi comprovada a presença dos membros Capanema e Fortaleza. Em contato gradacional com a Formação Pirabas, encontra-se o Grupo Barreiras, constituído por argilas multicoloridas, sedimentos inconsolidados argilo-arenosos e areno-argilosos, arenitos com estratificação cruzada e siltitos. Completando o quadro estratigráfico, encontram-se os sedimentos pertencentes ao Quaternário. Do ponto de vista econômico, as principais riquezas minerais são: ouro, calcário, manganês, bauxita fosforosa, ilmenita, caulim e conchas calcárias.

 
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