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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017

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Home Teses Teses 1996 - SANTA ROSA, Antônio Nuno de Castro.


SANTA ROSA, Antônio Nuno de Castro. Inversão de dados de ondas de superfície Rayleigh. 1996, 234f. Tese (Doutorado em Geofísica)- Curso de Pós- Graduação em Geofísica, Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 1996.


RESUMO

Neste trabalho compilamos informações sobre um grande número de medidas de velocidade de grupo para ondas Rayleigh do modo fundamental, com período até 100 segundos. Tais dados consistiram de informações retiradas da literatura geofísica e cobriram toda a Terra. Parte dos dados foi organizada em trabalhos anteriores e uma segunda parte foi apresentada aqui de forma inédita.

Para a América do Sul, selecionamos os principais conjunto de dados de tais ondas e elaboramos diversos perfis onde a distribuição de velocidade de ondas cisalhantes foi obtida a partir da inversão das curvas de dispersão de velocidade de grupo. Tais perfis serviram para termos uma idéia inicial da estrutura interna da Terra em nosso continente.

Com o conjunto global de dados de velocidade de grupo foi possível obtermos os mapas de distribuição lateral de valores de velocidade para cada período referencial entre 20 e 100 segundos. Tais mapas foram produzidos da mesma forma que os mapas de velocidade de fase de ROSA (1986), onde a amostragem for realizada para blocos medindo 10x10 graus, englobando toda a Terra, em projeção mercator. O valor de velocidade de grupo em cada bloco, para cada período, foi obtido a partir da inversão estocástica dos dados de anomalia de velocidade em relação aos modelos regionalizados de JORDAN

(1981) com os valores de velocidade de grupo de ROSA et cã. (1992).

Os mapas de velocidade de grupo obtidos aqui foram então empregados, na América do Sul, com os valores de velocidade de fase dos mapas obtidos por Rosa (1986). Assim, foi possível determinarmos, em profundidade, os mapas de variação de velocidade de onda cisalhante e os mapas de distribuição de valores de densidade. Com isto, pudemos construir o primeiro mapa de profundidade do Moho (topo do Manto Superior) da América do Sul.

 

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