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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2020

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ABREU, Francisco de Assis Matos de; HASUI, Yociteru. Evolução estrutural do Supergrupo Baixa Araguaia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 30., 1978, Recife. Resumos... Recife: Sociedade Brasileira de Geologia, Núcleo Nordeste, 1978, boletim 1, p. 50.

 RESUMO

 A Faixa de Dobramentos Paraguai-Araguaia a norte do paralelo 9ºS mostra uma série de estruturas mesoscópicas, que foram examinadas quanto à geometria, estilo, superposição e cronologia. As dobras mais antigas (Fase F1) são intrafoliais, anisópacas, métricas, isoclinais e cerradas, desenhadas pela estratificação reliquiar (S0) e mostrando a xistosidade (S1) em posição plano-axial. A lineação L1 (S0 x S1) varia em atitude e sua orientação original não foi determinada. Tais dobras se associam a outras maiores, atribuídas a Fase F2 reconhecíveis pela ondulação de S1; elas são algo menos anisópacas que as anteriores cerradas e fechadas assimétricas e têm caracteristicamente uma lineação mineral L2 associada. Seguiu-se a formação dos braquianticlinais (Fase F3), decaquilométricas alinhadas submeridianamente na área mais afastada do Craton Amazônico e que atribuímos ao caráter de diapirismo de intrusões graníticas nem sempre expostas. Esse dobramento de caráter descontínuo parece não ter envolvido variações sensíveis de espessuras dos metassedimentos. As dobras métricas e isópacas de eixos E-W e N-S, as grandes inflexões das estruturas anteriores as falhas de empurrão assinaladas na região de Xambioá são vinculadas a pulsações do Lineamento Iriri-Martírios, as quais enfeixamos numa fase F4 de deformação. A clivagem de crenulação afeta todas as feições anteriores (Fase F5), tendo sido capaz de localmente gerar uma nova xistosidade (S2) por orientação e recristalização de micas. As demais estruturas observadas se relacionam com a tectônica regida (Fase F6), sendo representada notadamente pelos sistemas de juntas, em parte preenchidos por vetos de quartzo e talvez algumas das falhas normais existentes. Os dados são vinculáveis a uma evolução polifásica, de início com processo regionais e depois mais localizados, em condições de rigidez crescente com o Supergrupo Baixo Araguaia, passando do nível estrutural inferior ao superior, durante o Ciclo Brasiliano.

 
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