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PETERSEN, Mathias D.; BERMERGUY, Ruth L. Geologia do quaternário da Ilha de Marajó, envolvendo mapeamento ambiental e sedimentologia de ambiente fluvial-deltáico. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 30., 1978, Recife. Resumos... Recife: Sociedade Brasileira de Geologia, Núcleo Nordeste, 1978, boletim 1, p. 353-354.

 RESUMO

A Ilha de Marajó está situada entre o rio Pará e o rio Amazonas, e constitui uma parte importante da planície subaerial do delta Amazônico. Geologicamente a ilha é composta de sedimentos recentes (Quaternários) pertencentes a um sistema fluvial-deltáico. Um levantamento ambiental vem sendo conduzido para melhor entendimento do desenvolvimento da Ilha durante o Quaternário. Este trabalho vem sendo realizado através de imagens de radar, fotografias aéreas e amostras de poços perfurados. Geomorfologicamente, a ilha pode ser subdividida em três: áreas elevadas no extremo leste apresentando horizontes com grande desenvolvimento de cimentação ferruginosa interpretado como níveis de água subterrânea antigos. Estas áreas são as mais antigas da ilha e são semelhantes aos sedimentos expostos no continente ao leste de Marajó; planícies centrais de baixo relevo com padrões de vegetação típica. Nestas planícies podem ser observadas as seguintes áreas ambientais: vários tipos e gerações de paleocanais, alguns com preenchimento de areias e outros com argilas; depósitos de barras; planícies de inundações com depósitos de argilas ricas em material orgânico e turfo; áreas apresentando recentes processos de sedimentação, dominantemente influenciados pela última transgressão Flandriana. Pode-se observar zonas de erosão costal ativa, sistemas de estuários, praias, dunas planas de maré, e ambientes lacustres e pantanosos. Os paleocanais são os de maior interesse em hidrogeologia porque formam os mais abundantes corpos arenosos da ilha. A formação desses paleocanais é analisada com base nos dados de textura e mineralogia dos sedimentos. O ligeiro desnível topográfico dos paleocanais é devido a compactação diferencial. Nenhuma indicação de subsidência tectônica recente tem sido observada.

 
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